• A-
    A+
  • Português
  • Українською
  • English
Declaração do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia sobre o 79.º aniversário da deportação dos Tártaros da Crimeia e a comemoração das vítimas do genocídio do Povo tártaro da Crimeia
18 maio 2023 11:27

O dia 18 de Maio de 2023 marca o 79.º aniversário da deportação forçada dos Tártaros da Crimeia, um dos crimes mais hediondos do regime totalitário soviético.
Em 1944, a União Soviética acusou o Povo tártaro da Crimeia de colaborar com as autoridades nazis com base em acusações forjadas, que se tornaram um pretexto rebuscado para lançar o mecanismo de deportação. Em violação do direito internacional, o governo soviético cometeu um acto de genocídio para apagar a identidade nacional do Povo tártaro da Crimeia, um povo indígena da Ucrânia, proibindo a utilização da sua língua materna, a prática da sua religião e a preservação da sua cultura.
Recordamos aqueles que sofreram com esta tragédia e prestamos homenagem ao Povo tártaro da Crimeia, que foi e continua a ser reprimido há séculos pelo Império Russo, pela União Soviética e, actualmente, pela Rússia moderna.
Após a ocupação temporária da Crimeia pela Rússia em 2014 e a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia em Fevereiro de 2022, a Crimeia tornou-se efectivamente uma enorme prisão a céu aberto e um local para esconder os crimes da Rússia. Mais de 180 cidadãos ucranianos foram detidos com base em perseguições por motivos políticos e religiosos na Crimeia. Entre eles encontra-se o primeiro deputado do Mejlis do Povo tártaro da Crimeia, Nariman Dzhelial, que foi preso pela Rússia para 17 anos pela sua participação na cimeira inaugural da Plataforma da Crimeia. Uma manifestação especial da arbitrariedade da máquina repressiva russa foi a detenção de Lenie Umerova, tártara da Crimeia, de 25 anos, que foi detida pela Rússia em Dezembro passado quando tentava entrar na Crimeia para visitar o seu pai doente. Actualmente, continua detida no centro de detenção de Lefortovo sob a acusação de alta traição, quando o seu único "crime" é a recusa em receber o passaporte russo.
Exigimos que a Federação Russa ponha termo às violações dos direitos humanos no território temporariamente ocupado da República Autónoma da Crimeia e na cidade de Sebastopol, liberte imediatamente todos os presos políticos e garanta o pleno cumprimento das obrigações da Federação Russa enquanto potência ocupante ao abrigo do direito internacional.
Apelamos aos nossos parceiros internacionais, incluindo os membros da Plataforma Internacional da Crimeia, para que condenem este crime de deportação e reconheçam a deportação do Povo tártaro da Crimeia em 1944 como genocídio. Estamos convictos de que só a vitória da Ucrânia e a libertação da península da Crimeia porão termo à repressão sistémica do Povo indígena tártaro da Crimeia e restabelecerão o respeito pelos direitos humanos no mundo.
Outdated Browser
Для комфортної роботи в Мережі потрібен сучасний браузер. Тут можна знайти останні версії.
Outdated Browser
Цей сайт призначений для комп'ютерів, але
ви можете вільно користуватися ним.
67.15%
людей використовує
цей браузер
Google Chrome
Доступно для
  • Windows
  • Mac OS
  • Linux
9.6%
людей використовує
цей браузер
Mozilla Firefox
Доступно для
  • Windows
  • Mac OS
  • Linux
4.5%
людей використовує
цей браузер
Microsoft Edge
Доступно для
  • Windows
  • Mac OS
3.15%
людей використовує
цей браузер
Доступно для
  • Windows
  • Mac OS
  • Linux